terça-feira, 26 de junho de 2012

Caracteristica do Yorkshire Terrier

Yorkshire Terrier
Yorkshire Terrier
Cão de companhia, de pequeno porte, com origem nas Ilhas Britânicas.
Fruto de cruzamentos de várias raças, este magnifico cão de companhia representou, durante alguns anos, um papel social na corte britânica. Ter um animal desta raça implicava estatuto social elevado para as damas.
Esta tendência espalhou-se para além dos nobres e, mais tarde, por todo o mundo.
Ainda hoje esta raça aparece, em muitas ocasiões, bastante adornado, hábito que não se perdeu desde essa altura.
Com um temperamento muito próprio, tende a ser muito territorialista, não gostando de ter o seu espaço invadido por outros cães. E, se isso acontecer, ladra de forma copiosa.
Resmungão e pouco dado a estar ao colo dos donos, é, apesar de tudo, afectuoso para com eles.
Tolera bem as crianças, desde que estas não invadam o seu território nem se aproximem da sua comida, ou da sua cama.
Tamanho médio quando adulto: 25 cm
Peso médio quando adulto: 3kg
Cor: cinzento azulado, com pelagem fulvo no focinho, axilas e peito e patas.
Fonte: bicharada.net
Yorkshire Terrier
Yorkshire Terrier

História

Também conhecido por Yorkie, esta é uma raça relativamente recente, cuja origem nos transporta para Leeds, Yorkshire e Manchester, no Norte da Inglaterra. Na sua configuração está patente o contributo genético de várias raças, apesar de não existir uma versão única acerca da sua descendência. O Black and Tan English Terrier, os Scottish Terriers e o Waterside Terrier (este último por alguns considerado a influência mais evidente) são raças sob as quais se especula. O Maltês, o Dandie Dinmont e o Skye são igualmente hipóteses prováveis que muitos especialistas defendem.

O Yorkshire Terrier foi muito útil durante a Revolução Industrial, já que lhe cabia a tarefa de caçar os indesejáveis ratos das minas de carvão. Crê-se, aliás, que esta espécie foi seleccionada pelos mineiros de West Riding, no Yorkshire.
Por esta altura, estes cães tinham um porte bem mais robusto. Na verdade, a aparência que conhecemos hoje começou a ser conquistada apenas no séc. XIX, orientando-se para a sua miniaturização. Este século foi aliás bastante promissor para esta estirpe, que começa a testemunhar um incremento considerável na sua popularidade.
Em 1861, o Yorkie participa pela primeira vez numa exposição canina em Inglaterra, ainda classificado como "Broken-Haired Scottish Terrier". Só em 1870 é que teve o privilégio de ver reconhecido o seu actual nome numa revista da especialidade.
Em 1865, nasce aquele que vai ser considerado o exemplar fundador da raça, chamado "Huddersfield Ben". Este cão foi detentor de vários prémios obtidos nos então apreciados concursos de ratos. No ano seguinte, em 1866, esta estirpe é reconhecida pelo Kennel Club britânico.
Em 1872, nasce o primeiro Yorkie nos EUA e, seis anos depois, esta raça é vista pela primeira vez, numa exposição do género. Foi reconhecido pelo Kennel Club americano em 1885 e, em 1898, pelo então criado The Kennel Club da Inglaterra.
Neste final de século, os Yorkies tiveram ainda o privilégio de deixar o cenário industrial com que outrora foram identificados e passaram a ser adoptados pelas damas da aristocracia e alta burguesia britânicas, que se despediam da Era Vitoriana.
O primeiro standard da raça é publicado em 1989. Este distinguia duas variantes dentro da mesma raça: a primeira, com um peso até os 2,3Kg (vocacionada para cão de companhia); e a segunda, com um peso passível de oscilar entre os 2,3 e os 6Kg (para enfrentar os ratos).
Por volta de 1930, a aparência que hoje conhecemos tinha-se tornado estável, apesar de poderem ser observados exemplares com vários tamanhos. Actualmente, considera-se que o Yorkshire Terrier não deve exceder os 3,15 Kg, o que o equipara ao Chihuahua, um dos cães mais pequenos do mundo.
Presentemente, esta raça não precisa de ser apresentada ao mundo, já que a sua criação floresce com particular sucesso, existindo clubes que protegem e difundem a espécie em quase todos os continentes.

Temperamento

Estes pequenos caçadores são extremamente activos, dóceis e cheios de personalidade. Possuem os traços típicos de um caçador, já que são corajosos (são óptimos para alertar a chegada de pessoas estranhas) e um pouco obstinados.
Na sua relação com a família, necessitam de receber muita atenção e dão-se melhor com os mais velhos do que com as crianças muito pequenas. Convém pois que na presença destas sejam supervisionados, uma vez que nem sempre apreciam os "abusos" dos mais novos.
São animais fáceis de treinar mas, por vezes, a sua teimosia manifesta-se boicotando qualquer tentativa pedagógica. Treinar um Yorkshire Terrier é uma tarefa que pode parecer difícil. Na verdade, é preciso apenas que tal treino seja coerente e firme. Se forem educados desde pequenos, e habituados a estar na presença de outras pessoas e animais de estimação, certamente se contornarão alguns traços menos positivos da raça.

Descrição

Da classe Toy, este simpático companheiro mede cerca de 22 cm e o seu peso não deve exceder os 3,1 Kg. A sua pelagem é comprida, sedosa e lustrosa. As cores permitidas são o azul aço escuro (que tinge a parte de trás da cabeça até à raiz da cauda) e o fogo rico (nos pés, peito e face).
A sua cabeça é pequena e achatada no corpo e o focinho é de comprimento médio. Os olhos são escuros e brilhantes, de expressão muito viva e astuta, e as orelhas são pequenas e triangulares (podem estar erectas ou ligeiramente dobradas). O seu corpo é compacto: o dorso é curto e nivelado; o lombo sólido e as costelas são ligeiramente arqueadas. Os membros são curtos e rectos, os pés redondos e as unhas pretas. A cauda é amputada na metade do seu comprimento natural e mantida ao nível do dorso.

Observações

Esta raça tem uma esperança média de vida que varia entre os 9 e 15 anos de idade. É propensa a algumas doenças e malformações de que são exemplo as hérnias, o desenvolvimento de dupla dentição, de tártaro, epilepsia e variados problemas de olhos (tais como infecções, dificuldades na produção de lágrimas e atrofia progressiva da retina).
A manutenção da sua pelagem pode ser realizada por profissionais ou pelo seu dono. Neste último caso, convém alertar para o facto de esta ser uma tarefa exigente e diária. Na verdade, a muda de pêlo é pouco visível nestes cães, mas a sua pelagem necessita de ser aparada devido ao rápido ritmo de crescimento. É ainda necessário aparar o pêlo à volta dos olhos e nas orelhas, para evitar infecções e irritação. Os dentes também deveriam ser lavador regularmente.
O Yorkie deve praticar exercício físico diariamente (20/40 minutos por dia) e é um animal cujo apetite é proporcional ao seu tamanho, por isso os gastos com a alimentação não são avultados.
Prefere os climas moderados a quentes e não está adaptado para viver fora de casa.

Caracteristica do Cocker Spaniel Inglês

Os Spaniels atuais provêm diretamente das ilhas britânicas, mas descendem dos épagneuls que, levados a elas em tempos longínquos, sofreram importantes modificações através de seleções cuidadosas e complexas.
Entre os spaniels mais conhecidos, está o Cocker, cujo tipo moderno se originou em Gales e Denvonshire, diferencioando-se claramente do primitivo, que era um pouco parecido com o springer atual.
É um exímio caçador, usado originalmente para caça de aves, e é, devido ao seu pequeno porte, capaz de mover-se com desembaraço em terrenos de vegetação mais densa, intransitável para os cães de aponte. Dotado de excelente olfato, descobre a presa e a levanta, mantendo-se
sempre a curta distância do
dono. É alegre, robusto e esportivo. O Cocker Spaniel é bem equilibrado, compacto.
O nariz é largo, os olhos são grandes, escuros e expressam inteligência e doçura. As orelhas, de forma lobular tem inserção baixa, na altura dos olhos, e é coberta com pêlos lisos e sedosos. Sua cauda prolonga a linha dorsal, e tem porte brincalhão. A pelagem do Cocker é lisa, de textura sedosa, nunca dura nem ondulada, com franjas de comprimento suficiente; nunca deve ser muito abundante, nem crespo.
As cores admitidas são muitas. Nos unicolores o branco é aceito somente no peito.
A altura de um Cocker é, em média de 40 cm. para os machos e 38,5 cm. para as fêmeas. O peso fica entre os 12 e 14,5 kg.


Cocker spaniel Inglês

História

O Cocker Spaniel pertence a uma família ancestral, utilizada na falcoaria, desporto muito apreciado pela dinâmica que estabelecia entre o caçador, o cão (que "levantava" a ave) e o falcão (que a caçava). Pensa-se que os Spaniel foram levados de Espanha para Inglaterra pelos romanos, já que a palavra Spaniel é de origem espanhola e significa, precisamente, "espanhóis".
Durante o séc. XVI, esta família era constituída por cães de água e de terra. Os exemplares mais pequenos ficariam mais tarde conhecido por Cockers, nome que deriva provavelmente do termo "woodcock", sinónimo de galinhola. O Cocker Spaniel adquiriu particular notoriedade precisamente pela rapidez com que descobria e obrigava estas galinholas a levantar voo, o que facilitava a sua caça. Dotado com um óptimo olfacto e mordedura delicada, este cão revelou-se óptimo também no seu cobro.
Ao longo dos séculos, os Spaniels foram crescendo em número e variedade e a sua distinção orientou-se sobretudo pelo tamanho e pela sua habilidade para a caça. Os problemas adjacentes a esta falta de classificação levaram a que, em 1885, fosse criado o Spaniel Club, que começou a empenhar-se na criação de standards para as diferentes variantes. O Clumber, o Sussex, o Welsh Springer, o English Springer, o Field, o Water Spaniel Irlandês e o Cocker começaram a ser registados por volta do séc. XIX como raças distintas.
Em 1892, o Cocker Spaniel é reconhecido pelo Kennel Club da Inglaterra, altura em que começa a ser visto e desenvolvido nos EUA. Neste país, contou com um desenvolvimento diferente, já que alguns criadores começaram a cruzá-lo com outras espécies, para obter uma raça esteticamente mais agradável para o ringue de exposições. Desta forma surgiu o Cocker Spaniel Americano.
Face a esta situação, é formado, em 1935, o English Cocker Spaniel Club of America, com o intuito de preservar a pureza original da linhagem inglesa. Constata-se hoje que esta nunca correu qualquer risco de extinção. As duas raças foram reconhecidas pelo Kennel Club americano em 1946 e, presentemente, coexistem no continente americano.
O prestígio desta estirpe afirmou-se definitivamente quando o prémio "Melhor em Exposição", da Cruft de Londres, foi recebido por seis vezes consecutivas pelos exemplares dos famosos Canis "Of Ware" do criador Mr. H.S.Loyd. Actualmente, esta raça é utilizada principalmente como cão de companhia, exposição e caça.

Temperamento

Dócil por natureza e muito afectuoso, assim é este cão. É um verdadeiro amigo do seu dono, leal, gentil e obediente. É igualmente inteligente, daí que obtenha particular sucesso nos treinos de obediência.
Com as crianças, revela-se uma companhia alegre, pronto para a brincadeira. Não aprecia ser deixado sozinho, já que necessita de bastante atenção. Este cão precisa de estar bem inserido na família, caso contrário será infeliz e poderá mesmo desenvolver comportamentos que não são típicos da raça.
Não são bons cães de guarda, já que não apresentam grande tendência para ladrar e não costumam ser agressivos.

Descrição

O Cocker Spaniel possui um porte médio, cuja altura varia nos machos entre os 39 e os 42,5 cm e nas fêmeas entre os 38 e os 41 cm. O seu peso oscila entre os 12,7 e os 14,5 Kg.
A sua pelagem é de comprimento médio, lisa e sedosa. São permitidas várias cores uniformes
Possui um crânio abobadado e um focinho largo, quadrado e profundo. O lábio superior recobre o maxilar inferior. As narinas são bem desenvolvidas e os olhos são doces, sendo a sua cor variável consoante a da pelagem. Uma das suas principais características são as orelhas compridas pendentes, com pêlo ondulado, e enraizadas ao nível dos olhos. O pescoço é musculoso e termina num peito largo e profundo. As espáduas apresentam-se descaídas e os membros são fortes e vigorosos, de boa ossatura, com pés bem almofadados. A cauda tem raiz baixa e pode ou não ser amputada.

Observações

O Cocker tem uma esperança média de vida que pode atingir os 15 anos de idade ou mais. As doenças mais comuns a esta estirpe são a atrofia progressiva da retina, displasia da anca, cataratas e infecções auditivas. Em relação a estas últimas, há que sublinhar que, devido ao seu comprimento, as orelhas estão bastantes vezes em contacto com o chão sujando-se mais que o normal. Recomenda-se a utilização diária de uma escova para manter as orelhas limpas. O pavilhão auricular deve também ser mantido limpo para evitar o aparecimento de otites.
É aconselhável escovar a pelagem diariamente, e aparar o excesso de pêlo á volta dos pés e no interior das orelhas.
Estes cães devem praticar exercício físico diariamente (no mínimo uma hora), não só porque são muito activos, mas também porque possuem um notável apetite.

Caracteristica do Maltês

Maltês
O seu pelo longuíssimo é uma das características que o torna muito atrativo. É inteligente e afetuoso com o dono, alegre, expressivo, qualidades que fazem dele um maravilhoso cão de companhia.
A sua conformação geral é a de um cão pequeno em relação à sua forma. É um cão elegantíssimo, com cabeça, calda, membros cobertos de pêlo sedoso, branco, muito brilhante e longo.
Mostra-se inteligente, de caráter vivaz e bastante apegado ao dono. figura entre os cães de companhia preferidos, pela brancura e vistosidade da rica pelagem.
Os seus olhos expessam vivacidade e inteligência, são grandes e redondos; as orelhas tendem a ser triangulares de inserção larga e alta. São totalmente cobertas de pêlos longos, espessos, não ondulados, que chegam, pelo menos à ponta dos ombros.
O Maltês tem pelagem densa, clara, brilhante, pesada, muito longa e de textura sedosa.O comprimento médio do pêlo é de 22 cm.
Os exemplares machos da raça medem entre 21 e 25 cm., e as fêmeas entre 20 e 23 cm. O peso fica entre os 3 e 4 kg.

Maltês
Maltês

APARÊNCIA GERAL

Cão pequeno, tronco alongado, com uma pelagem branca e bem longa, muito elegante, de cabeça erguida, com confiança e imponência.

PROPORÇÕES IMPORTANTES

O comprimento do tronco ultrapassa, em torno de 38% a altura na cernelha. O comprimento da cabeça é igual a 65% da altura no cernelha.

TEMPERAMENTO E CARÁTER

Esperto, afetuoso, muito dócil e inteligente.

Stop

Muito marcado, fazendo um ângulo de 90 graus.
Maltês

A charmosa Anne

Dentes: as arcadas dentárias articulam-se perfeitamente e os incisivos fazem a oclusão em tesoura. Os dentes são brancos, bem desenvolvidos e numericamente completas.
Olhos de tamanho maior do que seria normal, abertos. de contorno tendendo ao redondo, pálpebras bem ajustadas, de inserção frontal aflorante, um tonta ressaltados, jamais profunda. De cor ocre carregado e a orla das pálpebras preta. Vistos de frente, o esclerótica deve permanecer oculta.
Maltês

Orelha

De formato tendendo ao triângulo em torno de 33% do comprimento. Inserção alta, acima das arcadas zigomáticas, portadas pendentes, caídas rente às faces. Pouca mobilidade.

Linha Superior

Reta, até a inserção da cauda.

Cernelha

Ligeiramente acima da linha superior.

Cauda

Inserção no alinhamento da garupa, é grossa na raiz, terminando em ponta. Comprimento em torna ate 60% da altura no cernelha, formando uma grande curva, cuja ponta recai sabre a linha central da anca, tocando a garupa. A garupa fazendo uma curva lateral para um dos lados do tronco, é tolerada.

Nossa valente Ariane

Pelagem

Simples, sem subpêlo, densa, de textura sedosa, brilhante, caindo pesadamente e bem longa em todo o corpo, permanecendo lisa ao longa da linha superior, sem indício de ondulação ou encaracolamento. No tronco, o comprimento do pêlo ultrapassa o da altura na cernelha e cai, pesadamente, no solo como um manto bem assentado sabre o tronco, o qual deve modelar, sem dividir-se nem formar tufos ou mechas. Os tufas ou mechas são admitidas nos membros anteriores, desde o cotovelo e, nos posteriores, desde o joelho abaixo até as patas. Na cabeça, a pelagem é bem longa, tanto na cana nasal, onde se confunde com a barba, quanto no topo do crânio, de onde cai, até mesclar-se com a das orelhas. Na cauda, os pêlos caem de um só lado do tronco, quer dizer, sobre um dos flancos e sobre a coxa, o comprimento alcança os jarretes.

Cor

Branco puro, admitindo-se o marfim pálido. Traços de laranja pálido, sob a condição que pareçam pêlos sedosos, são admitidos, mas indesejáveis, constituindo, portanto, uma imperfeição, dando a impressão de pêlos sujos. Não são admitidas as manchas definidas, ainda que pequeníssimas

Talhe

Altura para as machos 21 a 25cm no cernelha.
Para as fêmeas de 20 a 23cm. Pesa - de 3 a 4 quilos.
Beleza à parte, o temperamento do Maltês se destaca por vários atrativos: Interação com o dono, estabilidade emocional, comportamento higiênico e sociabilidade com a família, com visitas e com outros cães dentro de casa, além de moldar o comportamento aos desejos do dono. Motivos pelos quais esta raça atingiu uma popularidade nunca antes vista no Brasil.
O Maltês é uma das mais antigas raças conhecidas pois já se conhecia sua presença desde o XIV século, no Egito.
Você leva uma vida calma e quer um pequeno cão peludo que seja a sua cara? Compre um Maltês. Agora, se você é uma pessoa superativa e quer um pequeno cão peludo que seja a sua cara, compre um Maltês! A verdade é que entre as raças de porte diminuto e pelagem vasta ele é o campeão absoluto em se amoldar ao estilo do dono.
Caso more em um lugar sossegado, com pessoas que levem uma vida pacata, será o retrato fiel dessa tranqüilidade. Por outro lado, se o lema for agitação e atividade, numa casa onde crianças pequenas transpirem o ritmo inesgotável da infância ou mesmo adultos que vivam na correria exaustiva do mundo moderno, eis um cão a todo vapor, disposto para brincar e correr o dia todo. O Maltês incorpora o pique dos seus donos.
O Maltês fica do jeito que você quiser, assimila por completo o mundo em torno dele, essa flexibilidade da raça é a grande responsável pela satisfação dos novos proprietários. Nunca há reclamação daqueles que optam por comprar um Maltês.

Caracteristica do Pointer Inglês

Pointer

 
A palavra pointer significa em inglês "indicador" ou "apontar qualquer coisa com o dedo". Esta é a principal característica deste cão, que é capaz, de um lado, descobrir a caça, e, do outro, de mostrar onde ela se encontra. É conhecido, também, como Pointer Inglês, porque foram os britânicos que, no final do século XIX, conseguiram transformar o seu Pointer num cão de qualidades espetaculares, de resistência incomparável, mostra firme e faro exemplar. Quando se fala em Pointer, imediatamente é condicionada sua imagem ao notável cão desenvolvido nas Ilhas Britânicas. O Pointer é de fato um cão de adaptação fácil, manejo tranqüilo e atento a tudo o que lhe é enviado. Trata-se de uma raça de cães galope, rústicos, enérgicos, desenvolvida para apresentar velocidade, força e resistência. Este cão demonstra grande desejo de agradar ao seu dono e, é, além do mais, aluno atento e dócil.

O Padrão Brasileiro

Aparência Geral

O Pointer no Brasil foi criado, principalmente, para os esportes de campo. Ele se parece com um cão de trabalho, sua cabeça é nobre e seu porte, orgulhoso. Possui uma expressão inteligente e alerta, e seu corpo musculoso indica vivacidade e força.
Temperamento - O temperamento e o bom senso do Pointer faz dele um excelente companheiro tanto no campo como no lar.

Cabeça

Possui um crânio de largura média, aproximadamente tão largo quanto o comprimento do focinho. Leve sulco entre os olhos, faces claramente cinzeladas. O focinho deve ser profundo sem lábios pendentes. Maxilares - terminando quadrados e nivelados; a mordedura pode ser tesoura e torquês. Nariz - bem desenvolvido e aberto. Orelhas - inseridas a nível dos olhos, quando pendentes devem atingir naturalmente o ponto abaixo do maxilar inferior, bem aderentes à cabeça com pequena ou nenhuma dobra. Devem ser algo pontudas na sua extremidade, nunca redondas, macias e finas no couro. Olhos - de tamanho amplo, arredondados e intensos, a coloração deve ser escura em contraste com a cor das manchas, e quanto mais escuro melhor.

Pescoço, Ombros e Frente

O pescoço do Pointer é longo, seco, musculoso e levemente arqueado, subindo harmoniosamente dos ombros. Já estes, são longos, finos e inclinados, e a ponta das omoplatas ficam bem juntas. Sua frente é composta por cotovelos bem descidos, diretamente embaixo da cernelha, e paralelos, de forma que trabalhem bem livres do corpo. Anteriores retos e com ossos ovais. A articulação carpina nunca deve projetar-se para frente. Os metacarpos são de comprimento moderado, perceptivelmente mais fino em ossatura do que a perna, e levemente inclinados. Peito profundo e relativamente largo, não deve interfirir na livre ação dos anteriores. O antepeito tem que ser pronunciado sem ser muito proeminente. Costelas bem arqueadas, descendo ao nível dos cotovelos.

Dorso, Garupa e Cauda

O dorso do Pointer é forte e sólido, com uma leve ascendência da garupa à cernelha; lombo de comprimento moderado, poderoso e levemente arqueado. Apresenta uma garupa caindo levemente em direção à base da cauda, com esgalgamento aparente mas não exagerado. Sua cauda é forte na raiz e vai afinando suavemente até a ponta. Deve ser portada a não mais que 20º acima do dorso e sem curvas, e nunca deve ser portada entre as pernas.

Traseiros, Pés e Pelagem

O Pointer apresenta traseiros musculosos e poderosos e com grande propulsão. Coxas longas e bem desenvolvidas, joelhos bem angulados, jarretes limpos; as pernas devem ser retas vistas por trás. Angulação pronunciada é sinal de força e segurança. Os pés são ovais, com dedos longos, arqueados e juntos. Almofadas plantares bem espessas e profundas. Os ergots nas pernas traseiras devem ser removidos. A pelagem é curta, densa, lisa e brilhante. Cor: fígado, limão, preto, laranja - todas essas cores podem ser combinadas com o branco ou então ser sólidas. Um bom Pointer não pode ter uma cor pouco definida. Nas cores escuras, o nariz pode ser preto ou marrom; nas tonalidades mais claras, pode ser mais claro ou cor de carne.

Movimentação

A movimentação do Pointer é livre, macia e com uma poderosa propulsão traseira. A cabeça deve ser portada alta, as narinas largas e a cauda movimentando-se de lado a lado ritmicamente, com o passo dando a impressão de um cão caçador bem harmonioso e fortemente construído, capaz de grande velocidade combinada com grande resistência. Movimentação saltitante deve ser penalizada.

Proporção e Tamanho

Harmonia e simetria são mais importantes que o tamanho no Pointer. Um suave e harmonioso cão deve ser mais desejado do que um cão com pontos excelentes contrastados com faltas. Por ser o Pointer um cão esportivo, ele deve ter resistência e força; as grandes variações em tamanho são indesejáveis, devendo-se seguir os seguintes limites de altura e peso: machos - 63 a 71 cm, 26 a 36 Kg; Fêmeas - 58 a 66 cm, 21 a 31 kg.

Escolhendo o seu filhote

A melhor idade para se escolher um filhote de Pointer é entre seis e oito semanas, pois então já se pode ter uma idéia de sua aparência futura. Quando nesta idade ele parece ser bem balanceado, tudo indica que o será mais tarde. Já na adolescência, alguns meses mais tarde, tal avaliação se torna muito mais difícil: o máximo que se pode perceber é se é promissor.
Com oito semanas os filhotes já são indivíduos, cada qual com seu próprio caráter, tendências e possibilidades.
Procure inicialmente avaliar a ninhada como conjunto: observe-a brincando, pois é esta uma excelente oportunidade para se ter uma idéia de seu estado de saúde. Além do mais, sempre haverá aquele filhote que chamará mais a sua atenção.
Peça ao criador para separar os machos das fêmeas. Tendo já escolhido qual o sexo do seu filhote, passe a uma análise individual seletiva. No caso de filhotes de várias cores numa mesma ninhada, procure analisá-los separadamente. É bem verdade que muitos filhotes, cujas pelagens não pareciam tão impressionantes, depois de adultos se tornam mais bonitos do que seus irmãos. Em todo caso, cor e marcações são de fato itens de menor importância e, conseqüentemente, não podem ser transformados em padrão para a escolha.
Examine cada filhote individualmente. Tenha em mente o padrão da raça e procure vizualisá-lo em cada um deles.
O filhote de Pointer típico deve ser alegre, curioso, amigável, arrojado, ativo, com muita presença. Jamais tímido ou assustado. Aproxima-se das pessoas com confiança. Assim, os exemplares tímidos devem ser desconsiderados, pois embora o ambiente, possa destruir um bom padrão hereditário, também aqui a hereditariedade desempenha um papel fundamental.
Cães com temperamento extrovertido e jovial têm maiores condições de aprendizado do que aqueles tristes e desinteressados pela vida. Sendo possível, dê uma olhada na mãe e no pai: avaliando seus respectivos temperamentos poderá fazer-se uma idéia de como será o filhote quando adulto.

Pointer Inglês
Pointer Inglês
Os primeiros Pointers ingleses, como os conhecemos hoje, apareceram, provavelmente ao final do século XIX na França, na Itália e em outras regiões da Europa.
Como seu nome indica é um cão de aponte por excenlência, suas linhas demonstram sua agilidade, velocidade e facilidade de movimentos. É um cão ideal para terrenos de grandes extensões, onde pode desenvolver o seu galope. As características da sua forma de trabalhar são os apontes repentinos e orientação súbita.
A característica dos olhos é o olhar fulminante, prepotente, fixo, ardente. São grandes, redondos e brilhantes. A orelha é caida, suave, fina, dobrável, de forma quase triangular e chata. A cauda, inserida na linha da garupa é grossa e robusta na raiz, afinando até a ponta. A pelagem do Pointer é densa, de comprimento parelho, uniformemente liso, curto e reluzente.
Na altura da cernelha, o tamanho do Pointer fica entre os 55 e 62 cm. nos machos, e entre os 54 e 60 cm. nas fêmeas. O peso deve estar entre os 20 e os 30 kg., proporcional ao tamanho do animal.

Caracteristica do Mastiff Inglês

Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
O Mastiff Inglês, também conhecido como Old English Mastiff é uma raça muito antiga e certamente descende dos grandes "mastins" da Antigüidade, cães gigantes normalmente originados da Ásia e que se espalharam por toda Europa. Eram conhecidos dos grandes imperadores romanos que adotavam os ‘mastins’ em suas frentes de batalha.
Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
Eram cães grandes, valentes e bastante resistentes. Segundo alguns historiadores, os mastins eram usados como cães de guerra pelos povos Celtas e acompanhavam seus donos em suas batalhas. Quando os Romanos invadiram a Britânia, eles levaram os cães de volta a Itália e os usaram para guarda de propriedades e prisioneiros. Até 1835, eram usados em combates com outros animais até que esse tipo de ‘lazer’ foi proibido.
Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
Durante a Segunda Guerra Mundial, foram usados para colocar os carros de munição nas frentes de batalha. Até em função disso, com o fim da Guerra a raça encontrava-se bastante dizimada e foi salva da extinção com o trabalho sério de criadores, que utilizaram inclusive o cruzamento com o São Bernardo para salvar a raça. Deste cruzamento a principal contribuição do São Bernardo foi a suavização do temperamento da raça. Mas ainda hoje, 50 anos depois, ainda aparecem nas ninhadas cães com pelagem mais longa e manchas brancas na cara, nas patas e no peito.
Há sangue de Mastiff em várias outras raças conhecidas atualmente, como o Bullmastiff, Rottweiller, Dogue Alemão, Terra Nova, São Bernardo, Fila Brasileiro, etc.

Personalidade

Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
Apesar de seu tamanho gigante – um exemplar da raça é o cão mais pesado do mundo, segundo o Guinnes Book – o Mastiff tem um temperamento especial.
Mesmo tendo sido desenvolvido e selecionado para cumprir a função de guarda, o bom Mastiff deve ser um cão calmo, seguro e bastante ligado à família e pessoas de seu convívio.
Não devem demonstrar comportamentos agressivos quer com humanos ou outros animais (inclusive outros cachorros). A despeito do seu tamanho, são excelentes companheiros para as crianças com as quais têm bastante paciência inclusive com aqueles brincadeiras mais ‘violentas’.
Como cães de guarda são excelentes e atuam com muita segurança e eficiência. Tem um estilo de guarda bastante peculiar, preferindo, em casos de necessidade, encurralar a ‘vítima’ deixando-a imobilizada e só irá mordê-la em último caso.
Talvez até em função do seu tamanho, são cães de baixa atividade e que latem pouco, assim, diz-se que quando um Mastiff late, é porque de fato merece atenção. Apesar de serem cães considerados ‘tranqüilos’, o Mastiff precisa de exercícios para que não desenvolva problemas como o excesso de peso.
Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
Um cuidado especial a ser tomado é de promover a convivência estreita dos cães com as pessoas da casa. Esse contato é essencial para um bom desenvolvimento psicológico de qualquer cão e dos mastiffs em particular.

O Filhote

Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
Para que o filhote se desenvolva bem, alguns cuidados são essenciais. A primeira providência é estabelecer claramente a sua liderança sobre o filhote e socializá-lo tanto com pessoas como com outros animais. Aulas de obediência são bastante recomendadas, até porque facilitam o controle sobre os cães quando adultos e há muita controvérsia sobre a real necessidade de adestramento para guarda. Um filhote bem educado e equilibrado certamente se transformará num adulto confiável.
Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
Na escolha de um filhote, o futuro proprietário deve dar sempre preferência aos que não sejam nem excessivamente arredios nem agitados ou festeiros demais. O equilíbrio da raça é fundamental e pode ser notado mesmo num filhote.
Outro cuidado especial é quanto à alimentação. Os Mastiffs são cães de crescimento rápido e por isso a alimentação deve ser a melhor possível durante o primeiro ano de vida, com altos índices de proteína e cálcio.
Da mesma maneira deve-se tomar cuidado redobrado com o tipo de piso no qual viverá o filhote. Pisos lisos e/ou escorregadios podem provocar lesões ósseas e/ou musculares que podem prejudicar a movimentação e qualidade de vida do cão.
Outra recomendação importante é quanto ao volume/intensidade de exercícios. Deve-se tomar especial cuidado e não extenuar o filhote. Exercícios regulares são mais recomendados do que ‘maratonas’ que podem levar ao desenvolvimento de problemas de articulação.

Cores

O padrão da raça aceita 3 cores para os Mastiffs; fulvo-tigrado, fulvo-abricó e fulvo-prateado; todos com uma máscara e orelhas pretas; possuindo uma pelagem média para pequena.
No entanto, as cores dos filhotes só se definem realmente após os 45 dias. Os de cor fulbo-tigrada nascem pretos. Os fulvo-abricós e os fulvo-prateados nascem acizentados, sendo que os prateados são ligeiramente mais escuros.
Não há nenhum limite de altura superior e nenhuma faixa de peso no Padrão de Mastiff. O mínimo recomendado pelo padrão é de 69,85 cm até 91,44 cm para o excepcionalmente alto.
Eles podem pesar entre 49,8 Kg até 155,4 Kg de Zorba, o maior cachorro do mundo, embora a maioria machos de Mastiff pesem ao redor de 72,5-104 Kg e as fêmeas entre 54,4-77 Kg.

Problemas comus à raça

Mastiff Inglês
Mastiff Inglês
Os Mastiffs são cães muito resistentes, no entanto, como todas as raças podem apresentar problemas mais específicos. Os principais (e mais comuns) problemas da raça são:
PRA – Atrofia progressiva da retina
Epilepsia
Displasia Coxo-femural
Calos – por causa de seu tamanho e peso, o Mastiff pode facilmente desenvolver calos nas juntas. Para evitar isso, basta evitar que durmam ou permaneçam muito tempo em superfícies ásperas. Um estrado de madeira como cama já ajuda a evitar os calos.
Mastiff Inglês
Mastiff Inglês

Caracteristica do Setter Irlandês

ORIGEM E HISTÓRIA DA RAÇA

 
A origem do Setter Irlandês é muito antiga, datando muito anteriormente ao Setter Inglês. Não é muito esclarecida a história de suas origens. Acredita-se que o seu ancestral mais próximo seja o Pointer Espanhol, outras raças associadas é o Gordon Setter e, ainda, alguns entendidos da raça dizem ser originário de cruzamentos entre o Pointer Espanhol, Spaniel D'água Irlandês e o Terrier Irlandês.
Um cão da ilhota de Emerald, reconhecido como o único "cão passarinheiro" com pelagem vermelha e branca, popularizou-se na Irlanda como "Red Spaniel".
Originalmente o Setter Irlandês apresentava pelagem vermelha e branca. Nos plantéis de St. George Gore, Mr. Jason Hazzard e do Conde de Enniskrillen a pelagem vermelha era dominante e estes animais eram refugados e doados. Assim o setter vermelho se popularizou, mas somente na América é que estes animais começaram a ser selecionados para pelagem vermelha intensa, perdendo-se então a cor branca da pelagem. Nos dias de hoje, fora do Brasil podemos encontrar as duas variedades de pelagem.
Foi no Século XIX que a raça teve sua primeira aparição com coloração vermelha intensa, quando o senhor Charles H. Turner fez importantes importações de alguns exemplares, marcando definitivamente o futuro da raça nas Américas.
Embora esta raça seja excelente para a caça, ela foi sendo desenvolvida, ao longo dos anos, como raça de show, devido a sua beleza incomparável e extrema inteligência para acompanhar e executar atentamente as ordens de seus donos, característica esta, essencial para animais que se apresentam em pista. Foi sendo deixado de lado a sua característica de "cão passarinheiro", ficando presente apenas em poucos cães criados nos campos da Irlanda. Por causa disso acabou-se por se formar dois padrões, um pesado e mais corpulento utilizado em shows, e outro mais leve e ágil para caça.
Atualmente, os exemplares da raça Setter Irlandês são muito requisitados nas provas de agility e na terapia com crianças doentes.

NOME

O nome Setter vem do verbo "set" que no inglês significa apontar, e irlandês por sua origem. O cão desta raça aponta através dos seus movimentos e seu posicionamento o local exato da ave abatida.
Outros Nomes: Irish Red Setter e Irish Setter.

CARACTERÍSTICAS DA RAÇA

As descrições do Setter Irlandês podem variar conforme a localização de seu kennel, isto é, pode ser diferente de uma cidade e ou país para outros.
O Setter Irlandês é muito utilizado para caça de faisões e codornas nos campos da Europa. Esta característica deve-se ao fato do animal ser muito ativo e inteligente podendo ser treinado para auxiliar na apreensão destes pássaros. A raça é essencialmente esportiva (cão de tiro), no campo é um caçador de movimentos rápidos e no lar é um animal muito doce e leal. Apresenta personalidade calma, de fácil convívio com crianças e adultos.
O desenvolvimento do aprendizado do cão pode ser lento, contudo, uma vez ensinado ele pode assimilar as lições executando-as por toda sua vida ser necessitar de manutenção.
Sua aparência geral é de cor vermelho mogno, com orelhas grandes e caídas, a pelagem mais longa predomina no peito, nas pernas, orelhas e cauda diminuindo em direção a ponta. O brilho característico e sedosidade invariável do pêlo do Setter é sempre o seu maior chamativo de beleza, necessitando, então, de maiores cuidados.
É um cão esguio, pesando entre 30 e 35 Kg.
Setter Irlandês pode apresentar pelagem de coloração negra, que é terminantemente proibida.
É considerado por muitos artistas plásticos como o mais belo dos cães, tanto parado como em movimento.

PADRÕES FCI

O Setter Irlandês é classificado entre os Cães de Aponte do Grupo 7 da FCI.

Cuidados

Como todas as raças que apresentam aptidão para atividades intensa e esportes, este animal deve receber uma alimentação bem balanceada, rica em boas fontes de proteínas e carboidratos, capazes de suprir suas necessidades físicas e metabólicas.
A suplementação com Ômega 3 e 6 é muito boa para garantir a manutenção da pelagem do animal, uma vez que este é seu principal atrativo.
É uma raça extremamente ativa, necessitando de atividade física diariamente, pois ele não para um minuto.
Visita ao Médico Veterinário, anualmente, para vacinações e avaliação geral são recomendadas. Para cães que são criados com a finalidade de caça; que estão sempre em contato com mata fechada, animais silvestres e outros relacionados; recomenda-se uma atenção especial quanto a presença de carrapatos, que facilmente podem ser adquiridos nas incursões do cão no mato. Estes parasitas são vetores de hemoparasitas que causam doenças severas aos cães.

DICAS E CUIDADOS COM A NUTRIÇÃO

Forneça somente alimento industrializado (rações). Jamais forneça comida caseira ou resto de comida. Por melhor preparada que seja a comida, ela nunca será tão balanceada e completa quanto a ração.
Ofereça somente rações fabricadas por Empresas idôneas e renomadas. Cuidado com produtos desconhecidos e/ou muito baratos. Geralmente não são bons para seu animal de estimação.
Informe-se à respeito.
Prefira alimentos secos e semi-secos aos úmidos (latas) e semi-úmidos (rações "macias"). Os secos são melhores e mais completos nutricionalmente e ajudam na limpeza dos dentes e prevenção do tártaro.
Jogue fora alimentos secos da vasilha não consumidos em 24 horas. Jogue fora aos alimentos semi-úmidos não consumidos em 1 hora. As latas abertas devem ser consumidas de preferência no mesmo dia (não deixar na geladeira por mais que 2 dias).
Coloque o alimento somente na hora da alimentação do animal. Crie hábito de horários.
Divida as refeições em 2 vezes para animais adultos. No caso de filhotes, deve-se dívidir em 4 vezes para animais de 2 a 4 meses e em 3 vezes para animais de 4 a 8 meses. Informe-se na embalagens sobre a
quantidade diária recomendada. Prefira comprar embalagens fechadas do que o alimento por quilo (à granel).
Cães devem comer alimentos para cães, filhotes devem comer alimentos para filhotes e adultos para adultos. Jamais de alimento não
apropriado para seu animal. Não dê doces, ou guloseimas humanas (pipocas, sorvetes, pizzas, cervejas, etc) para seu Setter. Neste caso forneça snacks ou petiscos próprios para animais, vendidos em Pet Shops, Agropecuárias ou Supermercados.
Prefira os funcionais (aqueles que previnem tártaro, melhoram o hálito ou diminuem o odor das fezes) do que os simples biscoitos sem funcionalidade.
Não dê ossos de galinha para seu Setter.
Não o alimente muito tarde da noite e principalmente não brinque ou agite seu animal após as refeições para evitar problemas, principalmente torção de estômago.
Forneça água fresca e limpa. Troque a água da vasilha diversas vezes ao dia.
Limpe as vasilhas do alimento todo dia.
Estas são algumas dicas. Para maiores esclarecimentos converse com seu veterinário ou com um profissional.

ESQUEMA DE VACINAÇÃO

2 meses idade: 1ª dose V-8 ou V-10 + Giardia
3 meses idade: 2ª dose V-8 ou V-10 + Giardia
4 meses idade: 3ª dose V-8 ou V-10 + Anti - Rábica
5 meses idade: 4ª dose V-8 ou V-10 ( indicada em casos especiais )
* Vacina intra-nasal contra gripe ( Tosse dos Canis ): uma dose em animais filhotes ( a partir dois meses idade ) e reforço anual.
* Vacina contra Leptospirose: seis meses após a última da V8 em regiões endêmicas ou propriedades onde existe um alto desafio ( presença de ratos, córregos, repreas ou terrenos baldios ou chácaras nas proximidades ).
O reforço de todas as vacinas ( V-8 ou V-10 + Anti-Rábica + Tosse dos Canis + Giardia + Leptospirose ) deve ser feito anualmente.
Alguns cuidados básicos para garantir uma boa imunização:
  • Perfeito estado de saúde
  • Vermifugação prévia
Obs.: O cumprimento deste protocolo de vacinação visa proteger o cão contra as doenças Cinomose, Hepatite Infecciosa, Laringo-traqueíte, parvovirose, Parainfluenza, Coronavirose, Leptospirose, Tosse dos Canis, Giardíase e Raiva.

Filhotes

A vacinação é o primeiro ato de responsabilidade e carinho que o proprietário terá com seu filhote, afinal, além de protegê-lo contra doenças perigosas, e até fatais, previne contra outras, que podem ser transmitidas a nós mesmos (como a raiva e a leptospirose). A aplicação de todas as doses necessárias deve ser feita na clínica, pelo veterinário de confiança do proprietário. O animal não deve ser levado a passeios antes da terceira dose da vacina V8, para cães, o que ocorre por volta dos quatro ou cinco meses de idade.. Antes desse período o animal não está totalmente protegido contra as doenças que a vacina combate, sendo necessário que sejam resguardados e se evitem passeios e aglomerados, como parques, até cerca de 15 dias após a última vacina.
A vermifugação é indicada para que os filhotes estejam livre dos vermes, antes mesmo que eles venham a se tornar "uma doença". Isso porque a verminose prejudica a saúde do animal (provocando falta de apetite, anemia e distúrbios gastrointestinais como vômitos e diarréias) e representa um risco para a família, uma vez que os vermes dos animais podem também infestar as pessoas.
A alimentação é de extrema importância nesse período de desenvolvimento, portanto, após o desmame, que deve ser de aproximadamente 40 dias, o animal pode iniciar gradualmente uma dieta, com uma ração comercial de qualidade, específica para a idade. Caso o animal não tenha tido a oportunidade de receber o leite da mãe, podemos substituí-lo por um leite artificial caseiro ou comercial. A comida “caseira” é contra indicada, afinal ela não fornece as necessidades básicas e nem é tão balanceada quanto às rações comerciais, para um desenvolvimento seguro do animal. Evite dar leite ao cãozinho: os cães não digerem a lactose e o leite poderá causar desarranjos intestinais. Não se esqueça também de manter sempre água fresca à disposição do animalzinho.
Para a higienização do filhote jovem (com menos de 40 dias), caso haja a necessidade, deve-se utilizar produtos específicos para higiene suave, como loções de limpeza que são aplicadas sem a necessidade de molhar o animal. Animais com mais de 40 dias, podem ser banhados em intervalos mensais ou quinzenais, com água morna corrente e shampoos suaves indicados para filhotes. O banho deve ser dado nos horários mais quentes do dia e sempre os mantendo com proteção das orelhas, para evitar otites. A secagem dos animais é importantíssima, já que qualquer friagem pode causar estresse ao organismo e até deixá-lo doente.
Para animais de pêlo longo, acostume-se a escovação da pelagem, esse ato além de manter a pelagem bonita, permite que você perceba a presença de pulgas, carrapatos, lesões etc. Para a limpeza das orelhas, devemos utilizar produtos otológicos específicos, ou um algodão seco. Não permita que entre água dentro dos condutos auditivos no banho, por isso sempre tome cuidado e utilize algodão para protegê-los. As unhas longas também devem ser aparadas quando o animal não está habituado a gastá-las.

Vermifugação

Muitas vezes, os proprietários imaginam que seu animal está livre dos parasitas, pois não percebem a sua presença. Temos que lembrar que muitos “vermes” são pequenos e, às vezes, até microscópicos (não dá para ver a olho nu).
Para que se possa controlar a quantidade de parasitas, deve-se utilizar vermífugos (medicamentos indicados para eliminar vermes intestinais) em seu Setter de todas as faixas etárias.
O processo de vermifugação é importante no tratamento e controle de infestações por parasitas, pois os animais podem estar muito próximos aos proprietários, tendo chance de transmitir uma série de doenças. Além disto, a saúde do animal é preservada com esta atitude.
As infecções podem ser adquiridas via oral (ingestão de água, alimentos contaminados), por contato (percutânea), vetores mecânicos (insetos, parasitas externos como pulgas) e através do contato materno (através do leite e contato direto com a mãe nos primeiros dias de vida).
O esquema de vermifugação (doses e frequência de administração) deve ser estabelecido pelo médico veterinário responsável pelo animal. De maneira geral a vermifugação tem início enquanto filhote.

Setter Irlandês
Setter Irlandês
O companheiro meigo de todas as horas
O Setter Irlandês é um cão de caça de porte grande e pêlo longo. Tem como principal característica a agilidade, a obediência e um excelente olfato. Pode ficar o dia inteiro caçando que não se cansa.
É um companheiro inteligente, leal e está sempre de bom humor. É extremamente ativo, por isso, adora brincadeiras. Para quem pratica esportes ou atividades ao ar livre, o Setter é um dos melhores cães para esta finalidade. É uma companhia e tanto!
Com as crianças, costuma ser muito paciente. Com uma ótima saúde, pode viver até 16 anos. Sua altura varia de 63 a 68 cm e o peso de 27 a 31 kg.
O que mais impressiona os criadores, de modo geral, é a capacidade do Setter de perceber situações de emergência e interagir para resolvê-las.
O Setter Irlandês precisa inevitavelmente de exercício para gastar as suas forças. Caso contrário, pode ficar irriquieto demais e até aprontar travessuras como destruir os estofados e outras coisas do gênero. Por isso, ele deve caminhar pelo menos por uma hora ao dia.
A sua pelagem é brilhante, lisa e bem assentada. A cor é acaju intenso, sem qualquer traço preto. Por ter o pêlo longo, necessita de escovação geral uma vez por semana e a cada dois dias nas partes mais compridas.

Origem e História

A origem precisa do Setter Irlandês é obscura, mas considera-se que ele seja resultado da mistura entre spaniels, pointers e outros setters - especialmente o Setter Inglês e o Setter Gordon. No século XVIII, os irlandeses precisavam de um cão que trabalhasse rápido, com um faro aguçado e grande o suficiente para ser visto à distância. Eles encontraram tais características nos setters vermelhos e brancos originados desses cruzamentos.
Os primeiros canis dos Irish Red Setters (Setters Vermelhos Irlandeses) — como eram conhecidos até então — surgiram por volta de 1800. Em pouco tempo, esses cães ganharam fama por sua cor admirável.
Ele foi desenvolvido pela aristocracia irlandesa para caçar aves. A origem do nome Setter vem do verbo to sit, que em inglês significa sentar. Isto porque a sua postura para indicar a caça é sentada.
Seus ancestrais foram os espanhóis Spaniels e outros cães de caça que já a apontavam sentados.
No princípio ele era branco com grandes manchas vermelhas. Em 1770, Maurice Nugent O'Cannor começou um trabalho de seleção para eliminar o branco. Hoje são duas raças diferentes: O Setter Irlandês Ruivo e Branco e o Setter Irlandês Ruivo, sendo que o ruivo se tornou bem mais popular que seu ancestral.
O nome Setter vem do verbo "set" que no inglês significa apontar, e irlandês por sua origem. Ele aponta através dos seus movimentos e seu posicionamento o local exato da ave abatida.

Caracteristica do Ovelheiro Gaúcho

Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
O Ovelheiro Gaúcho é um excelente cão de pastoreio, de porte médio e temperamento dócil. Está acostumado a viver ao ar livre. Ele faz todo o serviço da apartação, de condução e de aglutinação do rebanho. É corajoso, alegre e inteligente.
Bastante rústica, esta raça está sempre disposto a agradar e a proteger o seu dono. É resistente, ágil e aprende os comando com facilidade sem ser agressivo com o rebanho. É dócil e amigável com as pessoas do seu convívio.
O seu pêlo é macio e todas as cores são aceitas. A sua altura varia de 50 a 65 cm. Necessita de exercícios diários durante, pelo menos, uma hora.

Origem e História

O Ovelheiro Gaúcho foi desenvolvido no Rio Grande do Sul sem qualquer planejamento, ao acaso, pela necessidade do peão gaúcho de ter um cão que o ajudasse no árduo trabalho nas fazendas da região. O cão precisa estar adequado ao difícil estilo de vida desses trabalhadores, vivendo em condições precárias, comendo sobras da comida do peão, misturada com sabugo de milho.
Imigrantes europeus, criadores de ovelhas, chegaram à região sul, no final do século XIX e trouxeram consigo cães da raça Collie para ajudá-los no trabalho de pastoreio nas novas terras. Esses Collies foram sendo cruzados naturalmente com os cães nativos, já mais habituados à região, dando origem a cães mestiços mais rústicos e mais resistentes às condições locais. Com a importação na década de 1950 de "Merinos" (raça de carneiros da Austrália), chegaram também cães Border Collie, que foram sendo cruzados com esses mestiços de Collie já existentes.
A desvalorização no preço da lã fez com que muitos criadores trocassem seu rebanho de ovelhas por gado, o que fez com que alguns criadores preferissem cães um pouco maiores, com uma maior porcentagem de Collie, já que esses são maiores que os Border Collies e, por conseguinte mais adequados para trabalhar com bois que são maiores e mais pesados que os carneiros.

Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
O Ovelheiro Gaúcho é o companheiro fiel do peão gaúcho. Esse cão, muito usado em fazendas do Rio Grande do Sul, foi desenvolvido no mesmo para lida com bovinos, ovinos e equinos. Pelo fim do século XIX aventureiros espanhóis e portugueses chegaram no estado, trazendo consigo animais da raça Collie, para ajuda no manejo dos outros animais. As terras ja haviam grandes manadas de cavalos, que sobreviveram no naufrágio de 1512, e os campos ja eram propícios para a agropecuária, fazendo com que cada vez mais a base da economia local se tornasse agrária.
Começaram assim, a surgir criações de ovinos e bovinos, e para ajudar os homens no campo, os cães provenientes daqueles Collies, trazidos pelos imigrantes, foram sendo selecionados pela agilidade, companheirismo e resistência. Na década de 1950, para aperfeiçoamento de uma raça, foram trazidos Border Collies, que assim cruzaram com os cães mestiços de Collies existentes no local.
Foi assim que começou uma seleção praticamente natural, de uma raça adaptada para a vida no campo, sendo resistente nos dias mais frios, aguentando andar quilômetros por dia; ajudando, com a sua agilidade, os peões no campo e além de tudo conquistando cada vez mais as pessoas, com sua simpatia e docilidade.
Ovelheiro Gaúcho
Ovelheiro Gaúcho
O Ovelheiro Gaúcho, como todo cão pastor, é bastante energico. Por ser um cão acostumado no campo, ele precisa de muito exercício diário, e acima de tudo, precisa se sentir útil no que esta fazendo, sendo isso uma simples brincadeira com uma bolinha. O OG é um cão extremamente dócil, querendo sempre agradar e proteger o dono e aqueles que o cercam.
Além de muito inteligente, é cuidadoso com o seu rebanho, independente do que o componha, ele nunca machucaria, e muito pelo contrário esta sempre disposto a proteger.
Diversas vezes já ocorreu em minha fazenda de um Ovelheiro atacar cobras e outro animais tentando defender o seu rebanho. Esses inúmeros episódios que ocorreram, só provam o quanto o Ovelheiro é fiel aqueles que o cercam, estando sempre por perto para proteger, ou as vezes simplesmente olhando de longe, mas sempre cuidando do seu "rebanho".